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TEMPO, CONSTÂNCIA E POSSIBILIDADES

Futuro do Meu Filho.

Um plano que cresce junto com seu filho.
Comece com um valor que caiba na sua vida.

PARA DECIDIR COM CLAREZA

Um plano possível.
Premissas à vista.

Esses valores são garantidos?

Não. A simulação usa taxas constantes para explicar o efeito do tempo e dos aportes. Investimentos reais oscilam, podem ter perdas e seguem regras próprias. Os cenários são hipóteses editáveis, sem probabilidade associada.

Por que o rendimento já é líquido?

Impostos e custos variam conforme o investimento e o prazo. Informe uma taxa anual estimada depois desses descontos. A ferramenta não calcula o imposto de um produto específico nem desconta IR novamente. Dividendos reinvestidos devem estar incluídos no retorno total, sem somar um rendimento extra por fora.

Posso usar a taxa atual do CDI por todo o prazo?

Uma taxa de hoje não descreve décadas de investimento. Para planejar, compare hipóteses de retorno líquido de longo prazo e revise o plano. Aqui não transformamos o CDI atual em promessa para o futuro.

E se eu só puder investir um valor pequeno?

Você pode simular qualquer valor a partir de um centavo, ou zero para avaliar apenas o saldo já guardado. Use uma quantia sustentável, ajuste quando sua renda permitir e evite comprometer despesas essenciais para atingir um número da simulação.

Metodologia, limitações e fontes

Como o dinheiro cresce

Prazo em meses = idade de destino × 12 − idade atual × 12 − meses adicionais. A idade de destino representa o aniversário exato. Taxa mensal equivalente = (1 + taxa anual líquida)^(1/12) − 1.

O saldo inicial entra no mês zero. A cada mês, o saldo rende e depois recebe o aporte. O primeiro aporte ocorre ao fim do primeiro mês; o último, na idade de destino. Não há retiradas na projeção.

Sem reajuste, o aporte é fixo. Com reajuste, os meses 1 a 12 usam o valor inicial; do mês 13 ao 24, ele cresce uma vez pela inflação anual, e assim por diante. Cada aporte é arredondado ao centavo. O saldo usa precisão interna maior e é arredondado apenas na apresentação.

O Banco Central apresenta a base de juros compostos com depósitos no início do período. Aqui usamos o fim do período, conforme a convenção indicada no formulário.

Inflação e comparações

Patrimônio em reais de hoje = patrimônio futuro ÷ (1 + inflação anual)^(meses/12). A decomposição entre aportes e rendimento permanece nominal; não misturamos o total histórico aportado com o patrimônio corrigido pela inflação.

Adiar significa deixar de fazer os primeiros aportes mensais. O saldo inicial continua investido nos dois casos. Não supomos que o dinheiro não aportado foi guardado em outro lugar. Com reajuste ativado, os aumentos seguem os anos do plano original, inclusive durante a espera.

O aporte para uma meta é o menor valor inicial, em centavos, que chega ao alvo na simulação, considerando os reajustes escolhidos. Pode exceder a capacidade da família: ajuste a meta, o prazo ou o aporte. Quando o prazo de espera cobre todo o horizonte, não há meses para recuperar aportes.

Não modelamos volatilidade, mudanças de taxa, impostos individuais, vencimentos, pausas ou resgates. As taxas iniciais de 4%, 6% e 8% e a inflação de 4% são exclusivamente ilustrativas. Resultados reais podem ficar fora dos três cenários.

Fontes de educação financeira consultadas em 10/09/2026: Banco Central — metodologia dos depósitos regulares · CVM — planejamento e gestão de reservas.

Nenhum cadastro ou armazenamento de valores é feito pela ferramenta. Os cálculos acontecem no navegador. Recarregar a página restaura o exemplo; use a impressão para conservar seu plano.